quinta-feira, 5 de julho de 2012

Atividade Interdisciplinar


 Livro usado para a atividade:
A Festa no Céu, de Angela Lago


Como atividade final da disciplina de Ensino e Identidade Docente nos foi proposta a construção de uma atividade interdisciplinar que abarcasse todas as áreas das integrantes do nosso grupo. Formado por cinco pessoas, nossa atividade deveria envolver as áreas do teatro, da letras e da pedagogia.
Deveríamos pensar em uma atividade com duração de 50 minutos (ou seja, um período) que fosse dinâmica e fugisse de atividades tradicionais em sala de aula.
Pensamos, portanto, em trabalhar com uma turma de 4º ano. A atividade seria desenvolvida à partir do livo A Festa no Céu, de Angela Lago. A atividade iniciaria com uma contação de história, não sendo revelado o seu final para que os alunos pudessem imaginar e reproduzir para a turma em forma de mimica as possibilidades de finais inventados. A atividade exploraria a expressão corporal, o raciocínio lógico com inicio, meio e fim, a interação e cooperação em grupo e o contato com diversos gêneros textuais (literatura escrita, oral e gestual).
Acredito que foi possível sim planjear uma atividade interdisciplinar facilmente aplicável à partir dos objetivos que traçamos. Tivemos alguns impasses quanto ao tempo estipulado para cada etapa da atividade, contudo, este pode ser remanejado conforme a faixa etária a qual a atividade vai ser aplicada.

 Colega Jéssica Bischoff aplicando a atividade de contação de história com seus alunos em idade pré-escolar.

sábado, 30 de junho de 2012

Corpo, Escola e Identidade

O quanto da nossa identidade sexual é construída através da escola? Essa é uma pergunta que poucos já devem ter se feito, uma vez que conceitos que envolvem corpo e sexualidade parecem estar arraigados a nossa cultura e são perpassados tanto pela família, quanto pelo sistema educacional.
Quando falamos em corpo, sexualidade e formação de identidade, nos vem a tona o padrão branco, heterosexual e de acordo com os padrões de beleza aceitos na sociedade. Contudo, o quanto disso é realmente válido e aplicado a cultura global em que vivemos?
Passado o periodo de repressão sexual, vivido após a ascenção da burguesia, foi dado ao corpo o papel de propriedade e sua função resumida à reprodução. Nesse sentido, tanto a escola quanto a Igreja iam de encontro com os interesses sociais. Nesse sentido, com o surgimento dos movimentos sociais, dentre eles o movimento feminista, surgiram na sociedade novos discursos e novas formas de ver e pensar o corpo. Entretanto, ainda percebemos na educação formal (através dos livros didáticos, por exemplo) a predominância do arquétipo masculino, da família patriarcal, machista, o que contrapõe em muitas vezes a realidade vivenciada em muitas escolas, uma vez que a formação familiar se modificou e, com ela, se modificaram também as percepções da sexualidade e do corpo.
A escola atual vive momento conturbado, visto que de um lado estão as ideias tradicionais, regidas pelos bons costumes, e do outro as facilidades de acesso à informação a que os jovens estão expostos. Assim, não cabe mais a escola estipular noções de certo e errado, de normal e anormal, uma vez que tudo é encontrado no nosso dia a dia. Acredito que a escola não pode estar alheia aos contextos de  diversidade cultural & sexual, ao contrário, deve educar à partir das diferenças, sejam elas diferenças sexuais, sociais, culturais, morais.



quinta-feira, 19 de abril de 2012

Assisti este vídeo em uma outra cadeira da Faculdade de Educação, desde então fiquei pensando que ele tem tudo a ver com a construção da identidade docente.

sobre a efervecescência das TICs




Narrativa sobre TICs: possibilidades, aprendizagens, vivências


O computador sempre foi presente na minha casa, não por causa de grande poder aquisitivo, mas sim, porque, meu pai e minha mãe trabalhavam na CRT (extinta Companhia Rio-Grandense de Telecomunicações). Ambos usavam computador no seu ambiente de trabalho e, a empresa facilitava a aquisição do computador pros funcionários que, naquela época, vinha desmontado pra quem comprava montar. Assim, minhas primeiras lembranças inserida no meio da informática foram entre uma tarde e outra rabiscando no paint ou mexendo em disquetes, isso pelos meus quatro anos, em 1996.
Na escola a presença das TICs sempre foi presente: seja pelo laboratório de informática, seja por filmes, seja por projetos envolvendo pesquisas. Contudo, o uso realmente efetivo destas tecnologias pra educação se deu no meu ensino médio e na minha graduação. Apesar da televisão, do rádio e do telefone também serem tecnologias de comunicação, quando falamos em TICs não nos detemos à essas tecnologias, somente as que envolvam informática.
Das primeiras vezes que usei o computador pra desenhar no paint ou jogar até hoje, muita coisa mudou. E mudou em pouquíssimo tempo. Vimos a explosão da inclusão digital tomar conta do nosso país e do mundo, vimos a internet discada ceder lugar a banda larga e ao wifi, vimos os disquetes darem lugar a pen drives compactos. Acredito que as TICs estão tão intrinsecas no nosso cotidiano que é praticamente impossível nos desvencilharmos delas.
Com a educação não é diferente: a educação necessita estar atrelada às TICs possibilitando novos recursos de aprendizagem, muitos estudos evidenciam que a tecnologia é benefica para o ambiente da sala de aula. Das vivências que tenho, acredito que todas foram positivas. Contudo, apesar destas tecnologias estarem cada vez mais próximas e acessíveis, elas ainda não atingem toda a população. Este cenário também se reflete na escola, como futura educadora, acredito que o uso das TICs deve estar interligado ao ensinar e aprender, mas considerando sempre as peculiaridades do grupo de alunos.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Mapa Conceitual sobre Identidade

Após a leitura dos textos Identidade e diferença: uma introdução teórica e conceitual , de Kahtrin Woodward e A questão da Identidade em Giddens e Bauman, de Alan Molecin, e de debates realizados em sala de aula, foi proposta a construção de um Mapa conceitual Abordando os conceitos de identidade e diferença e as relações subjetivas construídas à partir do debate e da leitura.

Pra quem não sabe, Mapa Conceitual é uma ferramenta para administrar e organizar conhecimentos, em que as relações estabelecidas entre os conceitos, podem sofrem alterações de acordo com as novas percepções do que é traçado.

Este foi o Mapa Conceitual que eu construí:


Na discussão em grupo, os conceitos de conceituação de identidade tiveram rumos diferentes, que podem ser observados nos mapas dos outros colegas. Contudo, procurei estabelecer relações tendo em vista as minhas crenças e percepções. Não sei o que está certo, não sei o que está errado. Sei que meu mapa se saiu mais com cara de circulo do que de outra coisa, o que mostra que quase tudo dali está interligado. Estabeleci como conceitos principais Identidade(s), Diferença(s), Mutabilidade e Construção, que acredito ser o que dá sentido ou modifica os outros conceitos. Entendo por identidade o conjunto de expressões das Condições Determinantes dadas pelo Meio Local ou Cultural, que são as coisas que nos identificamos e moldam nossos gostos, por exemplo. Tanto a Identidade quanto as Diferenças, formam os modelos sociais de nosso meio, eles estão em constante construção e mutabilidade. A Construção e a Mutabilidade, são outros dois conceitos importantes, porque evidenciam que a Identidade e a Diferença se constroem constantemente.